“Pensei: esse é o lugar ideal para botar um galpão de lixo limpo, para conscientizar o povo sobre a coleta seletiva”, disse o Irmão marista Antônio Pires Cecchin. Eu concordo. De frente para o cachorro-quente do Rosário, em cima do túnel da Conceição e do lado da minha casa, o sonhado galpão estaria no coração de Porto Alegre: central para os catadores de todos os bairros, além de fazer toda gente que passa por ali conviver diariamente com a reciclagem.
Pois bem, Cecchin organizou o movimento com as mulheres da ilha da Pintada, e foi sugerir a idéia à prefeitura de Tarso Genro. Nesse meio tempo, colocaram um busto ali, arrumaram a grama, e o lugar virou a praça Marcelino Champagnat. Intocável.


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